segunda-feira, 3 de julho de 2017

O Vídeo do Papa 06-2017 – Eliminar o Comércio de Armas





Rezemos todos juntos pelos responsáveis das nações, para que se comprometam com a decisão de colocar fim ao comércio das armas, que causa tantas vítimas inocentes.

Papa Francisco - Junho 2017

É uma absurda contradição falar de paz, negociar a paz e, ao mesmo tempo, promover ou permitir o comércio de armas.
E sempre fica a dúvida: uma guerra aqui, outra guerra ali, será realmente uma guerra por problemas ou uma guerra comercial para vender essas armas no comércio ilegal e para enriquecer os comerciantes da morte?  
Acabemos com esta situação. Rezemos todos juntos pelos responsáveis das nações, para que se comprometam decididamente em pôr fim ao comércio das armas, que provoca tantas vítimas inocentes.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

O Video do Papa - Maio - Cristãos em África, testemunhas da paz



Pelos cristãos na África, para que deem um testemunho profético de reconciliação, de justiça e de paz, imitando Jesus Misericordioso.

Papa Francisco - Maio 2017

“Quando olhamos para a África, vemos muito mais do que seus grandes recursos naturais.
Vemos sua alegria de viver e, acima de tudo, um motivo de esperança em seu rico patrimônio intelectual, cultural e religioso.
Mas não podemos deixar de ver as guerras fratricidas que causam tantas vítimas inocentes entre a população e destroem essas riquezas naturais e culturais.
Vamos nos unir aos nossos irmãos e irmãs deste grande continente e pedir juntos pelos cristãos na África, para que deem um testemunho profético de reconciliação, de justiça e de paz, imitando Jesus Misericordioso.”

sábado, 20 de maio de 2017

Tudo o que disse o Papa Francisco em Fátima





16 mai, 2017 - 18:13

Reunimos todas as intervenções de Francisco em Fátima num só vídeo. Navegue através das palavras do Papa e leia os comentários da jornalista Eunice Lourenço.

domingo, 7 de maio de 2017

Jovens da Paroquia do Seixal vencem Festival Vicarial da Canção Jovem Cristã

Os Jovens da nossa Paroquia, venceram ontem o 

XXVIIIº Festival Vicarial da Canção Jovem Cristã, na Arrentela





Maria Mãe de Deus e Nossa Mãe
Letra e música: Jovens do Seixal
(Paróquia de Nossa Senhora da Conceição)





quinta-feira, 20 de abril de 2017


Centenário: Francisco e Jacinta Marto vão ser canonizados em Fátima no dia 13 de maio

 
 
 
 
 
Agência Ecclesia
 

Decisão tomada em reunião do Papa com cardeais

Fátima, 20 abr 2017 (Ecclesia) - O Papa Francisco anunciou hoje no Vaticano que vai presidir à canonização de Francisco e Jacinta Marto em Fátima, no dia 13 de maio, anunciou o Santuário português, em comunicado enviado à Agência ECCLESIA.

Os dois pastorinhos de Fátima tornam-se assim nos mais jovens santos não-mártires da história da Igreja Católica.

A decisão sobre o local e data da canonização foi tomada hoje num Consistório Público, reunião formal de cardeais, realizada no Palácio Apostólico do Vaticano.

"O Santuário de Fátima volta assim a ser o palco de uma cerimónia no processo de canonização de Francisco e Jacinta, depois de, a 13 de maio de 2000, João Paulo II ter presidido ali à beatificação dos dois videntes", assinala a instituição.

A canonização acontece após a aprovação, a 23 de março, de um milagre atribuído a Francisco e Jacinta, última etapa do processo, iniciado há 65 anos.

No processo de Francisco e Jacinta Marto, foi aceite como milagre a cura milagrosa de uma criança no Brasil.

A decisão da comissão de peritos ou científica sobre a aceitação do milagre foi posteriormente analisada por uma comissão de teólogos, que recomendou a aceitação à Congregação para a Causa dos Santos.

O decreto saído da Congregação, declarando santos os dois beatos, foi então submetido à aprovação do Papa Francisco, recorda o Santuário de Fátima.

A canonização é a confirmação, por parte da Igreja Católica, de que alguém é digno de culto público universal, podendo ser apresentado aos fiéis como intercessor e modelo de santidade.

A festa litúrgica de Francisco e Jacinta Marto ocorre a 20 de fevereiro, dia da morte de Jacinta.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Video do Papa - Abril 2017



Pelos jovens, para que saibam responder com generosidade à sua própria vocação, e se mobilizem pelas grandes causas do mundo.


Sei que vocês, jovens, não querem viver na ilusão de uma liberdade que se deixa levar pela moda do momento, mas que apostam alto. É assim, ou estou errado?
Não deixem que outros sejam os protagonistas da mudança.
Vocês jovens são os que têm o futuro.  Eu lhes peço que o construam, que trabalhem por um mundo melhor.  É um desafio, sim, é um desafio! Vocês aceitam?
Peçam comigo pelos jovens, para que saibam responder com generosidade à própria vocação e se mobilizem pelas grandes causas do mundo.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Fátima: Papa aprova canonização dos pastorinhos Francisco e Jacinta

 

 
     

Anúncio feito pela sala de imprensa da Santa Sé

Cidade do Vaticano, 23 mar 2017 (Ecclesia) - O Papa Francisco aprovou hoje o milagre necessário para a canonização dos Beatos Francisco e Jacinta Marto, videntes de Fátima, anunciou a sala de imprensa da Santa Sé.

A canonização de Francisco (1908-1919) e Jacinta Marto (1910-1920), beatificados a 13 de maio de 2000 pelo Papa João Paulo II, em Fátima, dependia do reconhecimento de um milagre atribuído à sua intercessão.

A data e local para a cerimónia de canonização vai ser decidida num próximo consistório (reunião de cardeais), no Vaticano, marcado para 20 de abril.

A divulgação do decreto que reconhece um milagre a atribuído à intercessão dos Beatos Francisco e Jacinta Marto foi feita esta tarde, após uma reunião do Papa com o cardeal Angelo Amato, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos.

A canonização é a confirmação, por parte da Igreja, que um fiel católico é digno de culto público universal (no caso dos beatos, o culto é diocesano) e de ser dado aos fiéis como intercessor e modelo de santidade.

Francisco e Jacinta Marto, irmãos pastorinhos que, segundo o testemunho reconhecido pela Igreja Católica, presenciaram as aparições da Virgem Maria na Cova da Iria e arredores, entre maio e outubro de 1917, são os mais jovens beatos não-mártires da história da Igreja Católica.

A postuladora da causa de canonização dos Beatos Francisco e Jacinta Marto, irmã Ângela Coelho, tinha referido à Agência ECCLESIA que o milagre necessário para a canonização, após a beatificação de 13 de maio de 2010, tinha “todas as condições” para ser validado.
O estudo refere-se a uma cura de uma criança, natural do Brasil.

“É bonito por isto mesmo: duas crianças cuidam de uma criança”, referiu a irmã Ângela Coelho, em entrevista que vai ser transmitida este domingo no Programa '70x7' (RTP2).

Os trâmites processuais para o reconhecimento de um milagre, por parte do Papa, acontecem segundo normas estabelecidas em 1983.

A Congregação para as Causas dos Santos (Santa Sé) promove uma consulta médica sobre a alegada cura, para saber se a mesma é inexplicável à luz da ciência atual, feita por peritos; o caso é depois submetido à avaliação de consultores teológicos e de uma sessão de cardeais e bispos.
A aprovação final depende do Papa, que detém a competência exclusiva de reconhecer uma cura como verdadeiro milagre.

A Igreja celebra a 20 de fevereiro a festa litúrgica dos beatos Francisco e Jacinta Marto, dois dos três pastorinhos videntes de Nossa Senhora, em 1917; a data coincide com a da morte da beata Jacinta Marto.
OC

terça-feira, 14 de março de 2017

O Video do Papa - Ajudar os cristãos perseguidos

 
Pelos cristãos perseguidos, para que experimentem o apoio de toda a Igreja na oração e através da ajuda material.
Papa Francisco - Março 2017

Quantas pessoas são perseguidas por causa de sua fé, obrigadas a abandonar suas casas, seus locais de culto, suas terras, seus afetos!
São perseguidas e executadas por serem cristãs, sem que os perseguidores façam distinção entre as confissões às quais pertencem.
Eu lhes faço uma pergunta, quantos de vocês rezam pelos cristãos que são perseguidos?
Animem-se a fazer isso comigo, para que experimentem o apoio de todas as Igrejas e comunidades, por meio da oração e da ajuda material.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2017


Amados irmãos e irmãs!

A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus «de todo o coração» (Jl 2, 12), para não se contentar com uma vida medíocre, mas crescer na amizade com o Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

A Quaresma é o momento favorável para intensificar a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui gostaria de me deter, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. Lc 16, 19-31). Deixemo-nos inspirar por esta página tão significativa, que nos dá a chave para compreender como agir para alcançarmos a verdadeira felicidade e a vida eterna, exortando-nos a uma sincera conversão.

1. O outro é um dom

A parábola começa com a apresentação dos dois personagens principais, mas quem aparece descrito de forma mais detalhada é o pobre: encontra-se numa condição desesperada e sem forças para se levantar, jaz à porta do rico e come as migalhas que caem da sua mesa, tem o corpo coberto de chagas que os cães vêm lamber (cf. vv. 20-21). Enfim, o quadro é sombrio e o homem é degradado e humilhado.

A cena revela-se ainda mais dramática, se se considera que o pobre se chama Lázaro: um nome carregado de promessas, que literalmente significa «Deus ajuda». Assim, este personagem não é anónimo, tem traços muito precisos e apresenta-se como um indivíduo a quem podemos associar uma história pessoal. Enquanto que para o rico ele é invisível, torna-se conhecido e quase familiar para nós, torna-se um rosto; e, como tal, um dom, uma riqueza inestimável, um ser querido, amado, recordado por Deus, apesar da sua condição concreta ser a duma escória humana (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016).

Lázaro ensina-nos que o outro é um dom. A justa relação com as pessoas consiste em reconhecer com gratidão o seu valor. O próprio pobre à porta do rico não é um empecilho fastidioso, mas um apelo a converter-se e a mudar de vida. O primeiro convite que nos faz esta parábola é o de abrir a porta do nosso coração ao outro, porque cada pessoa é um dom, seja o nosso vizinho seja o pobre desconhecido. A Quaresma é um tempo propício para abrir a porta a cada necessitado e nele reconhecer o rosto de Cristo. Cada um de nós encontra-o no próprio caminho. Cada vida que vem ao nosso encontro é um dom e merece acolhimento, respeito, amor. A Palavra de Deus ajuda-nos a abrir os olhos para acolher a vida e amá-la, sobretudo quando é frágil. Mas, para se poder fazer isto, é necessário tomar a sério também aquilo que o Evangelho nos revela a propósito do homem rico.

2. O pecado cega-nos

A parábola põe em evidência, sem piedade, as contradições em que se encontra o rico (cf. v. 19). Este personagem, ao contrário do pobre Lázaro, não tem um nome, é qualificado apenas como «rico». A sua opulência manifesta-se nas roupas que usa, de um luxo exagerado. De facto, a púrpura era muito apreciada, mais do que a prata e o ouro, e por isso estava reservada para os deuses (cf. Jr 10, 9) e os reis (cf. Jz 8, 26). O linho fino era um linho especial que ajudava a conferir à posição da pessoa um caráter quase sagrado. Assim, a riqueza deste homem é excessiva, até porque era exibida todos os dias de modo habitual: «Fazia todos os dias esplêndidos banquetes» (v. 19). Entrevê-se nele, dramaticamente, a corrupção do pecado, que se realiza em três momentos sucessivos: o amor ao dinheiro, a vaidade e a soberba (cf. Homilia na Santa Missa, 20 de setembro de 2013).

O apóstolo Paulo diz que «a raiz de todos os males é a ganância do dinheiro» (1 Tm 6, 10). Esta é o motivo principal da corrupção e fonte de invejas, litígios e suspeitas. O dinheiro pode chegar a dominar-nos até ao ponto de se tornar um ídolo tirânico (cf. Exortação apostólica Evangelii gaudium, 55). Em vez de ser um instrumento ao nosso dispor para fazer o bem e exercer a solidariedade com os outros, o dinheiro pode-nos subjugar, a nós e ao mundo inteiro, numa lógica egoísta que não deixa espaço para o amor e dificulta a paz.

Depois, a parábola mostra-nos que a ganância do rico torna-o vaidoso. A sua personalidade vive de aparências, fazendo ver aos outros aquilo que se pode permitir. Mas a aparência mascara o vazio interior. A sua vida está prisioneira da exterioridade, da dimensão mais superficial e efémera da existência (cf. ibid., 62).

O degrau mais baixo desta deterioração moral é a soberba. O homem veste-se como se fosse um rei, simula a posição de um deus, esquecendo-se que é um simples mortal. Para o homem corrompido pelo amor das riquezas, nada mais existe além do próprio eu e, por isso, as pessoas que o rodeiam não entram no seu olhar. Assim, o fruto do apego ao dinheiro é uma espécie de cegueira: o rico não vê o pobre esfomeado, chagado e prostrado na sua humilhação.

Olhando este personagem, compreende-se por que motivo o Evangelho é tão claro ao condenar o amor ao dinheiro: «Ninguém pode servir a dois senhores: ou não gostará de um deles e estimará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» (Mt 6, 24).

3. A Palavra é um dom

O Evangelho do homem rico e do pobre Lázaro ajuda-nos a prepararmo-nos bem para a Páscoa que se aproxima. A liturgia de Quarta-Feira de Cinzas convida-nos a viver uma experiência semelhante à que faz de forma tão dramática o rico. Quando impõe as cinzas sobre a cabeça, o sacerdote repete estas palavras: «Lembra-te, homem, que és pó da terra e à terra hás de voltar». De facto, tanto o rico como o pobre morrem, e a parte principal da parábola desenrola-se no além. Os dois personagens descobrem subitamente que «nada trouxemos ao mundo e nada podemos levar dele» (1 Tm 6, 7).
Também o nosso olhar se abre para o além, onde o rico tem um longo diálogo com Abraão, a quem trata por «pai» (Lc 16, 24.27), dando mostras de fazer parte do povo de Deus. Este detalhe torna ainda mais contraditória a sua vida, porque até agora nada se tinha dito da sua relação com Deus.

Com efeito, na sua vida não havia lugar para Deus, sendo ele mesmo o seu único deus.

Só no meio dos tormentos do além é que o rico reconhece Lázaro e queria que o pobre aliviasse os seus sofrimentos com um pouco de água. Os gestos solicitados a Lázaro são semelhantes aos que o rico poderia ter feito, mas nunca fez. Abraão, porém, explica-lhe: «Recebeste os teus bens na vida, enquanto Lázaro recebeu somente males. Agora, ele é consolado, enquanto tu és atormentado» (v. 25). No além restabelece-se uma certa equidade e os males da vida são contrabalançados pelo bem.

A parábola continua, apresentando uma mensagem para todos os cristãos. De facto o rico, que ainda tem irmãos vivos, pede a Abraão que mande Lázaro avisá-los; mas Abraão respondeu: «Têm Moisés e os Profetas; que os oiçam» (v. 29). E face à objeção do rico acrescenta: «Se não dão ouvidos a Moisés e aos Profetas, tão-pouco se deixarão convencer, se alguém ressuscitar dentre os mortos» (v. 31).

Deste modo se manifesta o verdadeiro problema do rico: a raiz dos seus males é não escutar a Palavra de Deus; isto levou-o a deixar de amar a Deus e, consequentemente, a desprezar o próximo. A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar a conversão no coração dos homens e de orientar de novo a pessoa para Deus. Fechar o coração ao dom de Deus que fala tem como consequência fechar o coração ao dom do irmão.

Amados irmãos e irmãs, a Quaresma é o tempo favorável para nos renovarmos no encontro com Cristo vivo na sua Palavra, nos Sacramentos e no próximo. O Senhor – que nos quarenta dias passados no deserto venceu as ciladas do Tentador – indica-nos o caminho a seguir. Que o Espírito Santo nos ajude a realizar um verdadeiro caminho de conversão, para redescobrir o dom da Palavra de Deus, ser purificados do pecado que nos cega e servir Cristo presente nos irmãos necessitados. Encorajo todos os fiéis a expressar esta renovação espiritual, participando também nas Campanhas de Quaresma que muitos organismos eclesiais, em várias partes do mundo, promovem para fazer crescer a cultura do encontro na única família humana. Rezemos uns pelos outros para que, participando na vitória de Cristo, saibamos abrir as nossas portas ao frágil e ao pobre. Então poderemos viver e testemunhar em plenitude a alegria da Páscoa.

Vaticano, 18 de outubro de 2016, Festa do Evangelista São Lucas

Papa Francisco

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Video do Papa - Fevereiro 2017



Por aqueles que estão oprimidos, especialmente os pobres, os refugiados e os marginalizados, para que encontrem acolhida e apoio em nossas comunidades

Papa Francisco - Fevereiro 2017